#EuGanhoÀSegunda
Conheça os vencedores do #EuGanhoÀSegunda: «Era Duas Vezes o Barão Lamberto» (Kalandraka).

Eu Leio em Casa e a The Book Company trazem aos seus leitores a série de passatempos #EuGanhoÀSegunda, com a qual se pode habilitar a ganhar um livro por semana. Durante a semana de 5 a 11 de junho, lançou-se um passatempo em parceria com a Kalandraka.

O passatempo permitia ganhar um exemplar de Era Duas Vezes o Barão Lamberto, com texto de Gianni Rodari e ilustrações de Javier Zabala.

Foram muitas as participações e a escolha foi difícil, mas aqui ficam as 3 respostas vencedoras.

Cláudia Eira, com «Se eu tivesse acesso a um remédio muito poderoso, eu curava a desesperança, também conhecida como pessimismo, ou por alguns apelidada de realismo. Este é o grande mal da sociedade atual: uma espécie de cancro altamente transmissível, que surge na sequência de experiências desmotivadoras ou pelo contacto com pessoas infetadas. Estima-se que seja esta a maior epidemia da atualidade, responsável por outros problemas de saúde como a depressão e a ansiedade. O maior sintoma desta doença é a incapacidade de sonhar, que torna as pessoas conformadas com a realidade, demasiado expectantes de resultados negativos e, por isso, incapazes de procurar ter uma vida e um mundo melhores. Curando esta doença do século, seria possível ver um decréscimo de muitas outras doenças a ela associadas e seria possível garantir a saúde mental, física e anímica de todas as pessoas do mundo, pois multiplicar-se-iam os sonhos, a ousadia, a coragem e a vontade de agir!».

Joana Silva, com «Como seria fantástico curar a ignorância com um comprimido ou uma vacina, com certeza que mudava o mundo como o conhecemos. A ignorância, para mim, é a raiz de muitos dos problemas globais que atormentam a humanidade: do racismo e xenofobia ao fanatismo religioso e às agressões e opressões de vários tipos (de género, social, sexual), crimes ambientais e tantos outros
(esta vacina ou comprimido é necessária com muita urgência).».

Manuela Colaço, com
«Curava a invisibilidade. A invisibilidade a que são sujeitas as pessoas idosas, as mulheres no geral, alguns estratos sócio-económicos da população, os sem-abrigo, algumas cores de pele, certas opiniões discordantes das regras e estatutos estabelecidos. Esse remédio seria tão fantástico, que daria cor e voz e luz e importância, sobretudo importância e visibilidade a quem não a possui, para todo o sempre.».

O Eu Leio em Casa dá os parabéns a todos os vencedores e agradece todas as participações. O #EuGanhoÀSegunda tem um novo passatempo todas as sextas. Contamos convosco.

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