#EuGanhoÀSegunda
Conheça os vencedores do #EuGanhoÀSegunda: «Rua de Paris em Dia de Chuva» (Dom Quixote).

Eu Leio em Casa e a The Book Company trazem aos seus leitores a série de passatempos #EuGanhoÀSegunda, com a qual se pode habilitar a ganhar um livro por semana. Durante a semana de 22 a 28 de maio, lançou-se um passatempo em parceria com a Dom Quixote.

O passatempo permitia ganhar um exemplar de Rua de Paris em Dia de Chuva, de Isabel Rio Novo.

Foram muitas as participações e a escolha foi difícil, mas aqui ficam as 3 respostas vencedoras.

Gil Monteiro, com «Uma das obras de arte que mais me inspira no meu dia a dia é Sem esperança, da pintora mexicana Frida Kahlo. Não é tarefa fácil escolher de imediato uma pintura que nos possa inspirar, até porque são várias e cada uma com o seu poder de cativação. Porém, este quadro ocorreu-me imediatamente à memória. Explico-me:  por um lado, este quadro revela, como todos os outros da artista, um forte pendor biográfico, tendo em conta a vida difícil e os momentos de enorme dor e sofrimento por que esta teve de passar, aquando do terrível acidente que sofreu. Por outra parte, o seu carácter surreal, evasivo, materializado nos elementos simbólicos que propositadamente a pintora quis ali representar, fazem com que os apreciadores da sua obra se incitem a decifrá-los, bem como também que estes possam senti-los como inspiradores para a sua vida. Em conclusão, esta magnífica pintura representa-se para mim como um forte motivo de inspiração, pois, ainda que não tenha passado por uma situação semelhante à que é retratada, permite-me concluir que há arte no sofrimento e na dor.».

Manuela Colaço, com «No início de uma tarde de primavera, um grupo de amigos aventurou-se no Museu Thyssen-Bornemisza, recentemente inaugurado na capital de Espanha, com a ânsia de ver algumas das melhores obras de arte, a nível mundial. Percorremos alas e corredores, sempre deslumbrados e comentando… e de repente o meu amigo António que se distanciara um pouco do grupo, diz-me para fechar os olhos e dá-me a mão. Conduziu-me a um recanto e quando abri os olhos deparei-me com uma pequena tela que desde sempre admirei:  Bailarinas em Verde  do grande Edgar Degas. E aquela obra prima estava diante do meu olhar, tão pequena em tamanho, mas com um simbolismo imenso. O equilíbrio perfeito entre as pinceladas do mestre (o seu verde ácido tão característico) e a arte da dança representada. E até hoje, este episódio de há cerca de 26 anos, acompanha-me como consumação do belo e do perfeccionismo, na simbiose perfeita das artes. E nos dias mais “cinzentos” é esta a obra, esta a memória a que recorro para me elevar e me dar alento, me fazer continuar em frente.».

Nuno Carvalho, com «Adoro arquitectura nomeadamente a de Frank Lloyd Wright e visitei algumas obras nomeadamente a casa onde viveu durante algum tempo em Oak Park, Chicago e onde destaco o pormenor: quando decidiu ampliar a casa manteve e integrou no corredor uma árvore existente que continuou a crescer com a casa e dentro da casa. Este respeito pela natureza está presente ao longo da sua obra nomeadamente na casa da cascata (Fallingwater) que tem como seu centro a lareira assente sobre a rocha onde os donos (família Kaufmann) costumavam namorar e fazer piqueniques.».

O Eu Leio em Casa dá os parabéns a todos os vencedores e agradece todas as participações. O #EuGanhoÀSegunda tem um novo passatempo todas as sextas. Contamos convosco.

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