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Luis Sepúlveda, autor chileno de 70 anos que nos deixou no passado dia 16 de abril, após um período de internamento em Espanha, devido a infeção por Covid-19, concedeu, em fevereiro, uma última entrevista ao jornalista Luís Ricardo Duarte, do Jornal de Letras.

O autor esteve pela última vez em Portugal no âmbito do festival literário Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, onde marcou uma vez mais pelo espírito crítico, ao analisar de forma negativa a postura dos órgãos de comunicação social europeus por terem silenciado a morte de inúmeros ativistas ambientais.

Um dos nomes maiores da literatura latino-americana e autor de obras como O Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar, Luís Sepúlveda era presença assídua em diversos eventos literários em Portugal. 

Vendeu mais de 18 milhões de exemplares em todo o mundo e as suas obras estão traduzidas em mais de 60 idiomas.

Para além de escritor, foi também realizador, argumentista, jornalista e ativista político.

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